Em 2004, a imprensa anunciou que um Picasso original havia sido encontrado por acaso na sede do INSS, em Brasília, pendurado entre luz fluorescente, papelada e café de repartição.
A notícia virou escândalo: um tesouro milionário esquecido pelo Estado, manchetes indignadas, burocratas constrangidos e até um incêndio para aumentar o drama. Mas, no meio da confusão, surge um cineasta obcecado pela verdade, disposto a investigar o caso até o fim.
Entre arte moderna, jornalismo apressado e repartições públicas, o “Picasso do INSS” vira uma lenda brasileira emoldurada pelo absurdo.
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